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23 novembro 2011

ORQUÍDEAS E BROMÉLIA



ORQUÍDEA
Esta orquídea acima vocês  devem conhecer como chuva de ouro, esta é a de tamanho menor e fotografei-a do modo como estava de lado no meio das plantas, daqui uns tempos coloco a foto da outra que é a de tamanho maior.

Meu jardim é  pequeno, e o espaço é dividido entre as plantas frutíferas, elas organizam-se de tal modo que acabo deixando porque a natureza por si é sábia e por mais que eu tentasse não conseguiria deixar melhor.
Podem ver que ela não dá o mínimo trabalho, está amarrada no tronco de uma das árvores e  quase o ano todo, basta que tenha sol.

ORQUIDEA
A famosa orquídea sapatinho holandês, tamanquinho que outros falam, ela enche tanto o vaso com flores e folhas que fica quase sem espaço para que possa colocar água, mas como é de praxe as orquídeas não são lá muito fãs de regas e como sabem pecamos se encharcá-las, então talvez por isso defendam-se naturalmente assim não nos dando espaço para que  o façamos. Hahaha brincadeiras a parte, mas é que o tempo foi passando e esqueci de replantá-la então ficou superlotado o vaso, e quando percebi já estava cheia de botões, e então aí está, demorei pra postar mas guardei a foto.

BROMÉLIA
 Esta é uma bromélia que ganhei da minha cunhada, está pendurada no pé de goiaba e plantada em um coco, então não fica acumulado de maneira alguma água, mas eu sempre verifico por conta do moquito da dengue, afinal temos que tomar cuidado com os copinhos de certas bromélias. 
Esta ainda não estava totalmente aberta as glores quando fotografei, nas extremidades em cada pontinha abe uma flor branca, exatamente nas pontas onde aparece esverdeado e e muito interessante porque elas duram por muito tempo e os beija-flores gostam mujito destas flores.
Bom, pelo modo que podem ver na foto não dá trabalho algum e enfeita muito o jardim.


até mais, abraços

02 março 2009

BROMÉLIAS

A família das Bromeliáceas abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas. Só no Brasil, existem mais de 1500 espécies. As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros - que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais. Gêneros diferentes requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato. No cultivo, os gêneros mais comuns são: AECHMEA, BILLBERGIA, CRYPTANTHUS, DYCKIA, GUZMANIA, NEOREGELIA NIDULARIUM,TILLANDSIA, VRIESEA.

REGAS
As bromélias gostam de ter suas raízes molhadas, mas sempre de forma bastante moderada, o mais importante é molhar as folhas e manter sempre o tanque central com água. Quando a temperatura ambiente estiver muito alta, borrife com água as folhas, mas nunca sob luz solar direta e nas horas mais quentes do dia. Plantas de folhas macias apreciam ambiente mais úmido do que plantas de folhas rígidas.

LUMINOSIDADE
Bastante claridade em luz difusa é a condição preferida pela maioria das bromélias. Em geral, plantas com folhas rígidas, estreitas e espinhentas, tal como folhas de cor cinza-esverdeada, cinza, avermelhada ou prateada, gostam de maior luminosidade durante maior período de tempo, em alguns casos até mesmo sol pleno. Plantas de folhas macias, de cor verde ou verde-escura, apreciam locais com menor intensidade de luz, mas nunca um local escuro.
Como sintomas de pouca luminosidade, as plantas apresentam folhas escuras ou pobres em cor, freqüentemente macias, caídas e bem mais longas que o normal (estioladas). Como sintomas de excesso de luz, temos folhas amareladas, com manchas esbranquiçadas, ressecadas e até com verdadeiras queimaduras.

TEMPERATURA E UMIDADE
As bromélias são plantas tipicamente tropicais, portanto, a maioria aprecia temperaturas elevadas e bons índices de umidade associados a local muito ventilado.
PRAGAS E DOENÇAS
As bromélias, apesar de muito resistentes, são suscetíveis a pragas, fungos e doenças como todas as plantas, porém são muito sensíveis a fungicidas e inseticidas, pois absorvem esses produtos facilmente com seu metabolismo. Para combater cochonilhas e pulgões, utilize uma solução de fumo diluída em água. Retire as pragas com uma escova de dentes. Para combater os fungos, utilize uma esponja macia e úmida, com sabão de coco dissolvido em água. Nunca utilize fungicidas à base de Cobre, como a calda bordalesa - lembre-se que o Cobre mata as bromélias. As bromélias são, com freqüência, atacadas por lesmas e lagartas. Tente elimina-las manualmente. Lembre-se que a principal causa do ataque de pragas é o desequilíbrio ecológico. Convém lembrar, ainda, que as bromélias são plantas extremamente sensíveis ao ar enfumaçado ou poluído, pois absorvem elementos nocivos, depositados na água do cálice.

FLORAÇÃO
As bromélias florescem somente uma vez durante seu tempo de vida. Após a floração, a planta geralmente desenvolve uma brotação lateral que substituirá a planta que irá morrer. As bromélias atingem a maturidade e florescem em diferentes idades - de meses a dezenas de anos, dependendo da espécie e condições do ambiente, respeitando sempre uma determinada época do ano. Muitas vezes, uma planta não floresce em razão da falta de luminosidade ou outro fator ambiental como, por exemplo, a temperatura. Por outro lado, uma brusca mudança do ambiente pode provocar a floração numa planta adulta. A planta sente-se ameaçada e o instinto de preservação da espécie desencadeia a floração com a finalidade de gerar sementes e brotos laterais: tudo isso para assegurar a sua preservação. Dependendo da espécie, algumas plantas apresentam inflorescência extremamente exuberante, podendo ser de longa duração. Algumas duram meses, como Aechmea fasciata e a Guzmania denise, outras são breves, duram dias, como muitas das Billbergias.
Obs.: As fotos acima são de uma bromélia que tenho num tronco de árvore, ela adaptou-se bem com luminosidade plena, o detalhe interessante são as pontas das flores que abrem-se como podem observar nas fotos.
fonte: Sociedade Brasileira de Bromélias
fotos: Dete
beijos